Só restam as armas

(Sessão “Carta ao Leitor…”, do jornal A Região, 31 ago. 2013)

O Ministério Público Federal em Ilhéus, que deveria atuar de forma isenta, tomou partido dos falsos índios tupinambás, uma turma de caboclos que não planta nem produz nada.

Essa turma vem invadindo fazendas, armada e sempre com violência, mas o MPF prefere ignorar e tomar partido.

Aceita declarações absurdas como a de que eles estão “há 87 anos lutando pelas terras”. Qualquer pessoa da região sabe que essa “luta” começou há pouquíssimos anos, quando a suspeita Funai aceitou a alegação de que existe uma etnia tupinambá na região.

A Funai ignorou todos os livros de história e sociologia, que nunca registraram esta etnia no sul da Bahia.

O MPF ignorou denúncias de fraude em vários relatórios da Funai usados para definir reservas. Despreza as 2 mil famílias que vivem produzindo nesta área há mais de 100 anos. Ainda não vi uma ação do MPF em Ilhéus que tenha beneficiado sua sociedade. Parecem ter raiva do progresso.

Seus procuradores vem agindo sempre guiados por uma ideologia esquerdóide, seja tentando impedir o Porto Sul, seja querendo entregar 30% do território de Ilhéus a malandros que nunca foram índios e só tem este título porque a Funai não exige nenhuma prova, aceitando apenas a palavra de cada um que se diz índio.

Nem é preciso olhar muito para ver que a maioria dos que se dizem tupinambá não tem qualquer característica física de índio.

O chefe do bando, por exemplo, Babau, está mais para vocalista do Olodum que para cacique indígena. Posso dizer que sou mais índio que ele.

Os procuradores usam o discurso idiota de que a demarcação também é boa para os agricultores porque “serão indenizados”.

Se tivessem ouvido as vítimas, ao invés de apenas ouvir os “trambiquenambás”, saberiam que nenhum deles quer ser expulso de sua terra em troca de indenização.

Querem ficar onde seus pais, avós, plantaram o presente e garantir seu futuro.

A situação de quem vive na terra de seus pais e avós é digna de Kafka.

A terra é sua, foi invadida por criminosos que se dizem índios. Voce entra na Justiça, que deveria fazer… justiça e ordenar que aquela terra seja devolvida ao dono.

Ao invés disso, o juiz suspende todas as ordens de reintegração dadas pela própria Justiça, alegando que a reintegração poderia ter “desfecho grave”.

Na prática, esse juiz deu salvo conduto para qualquer bandido que quiser invadir fazendas na região.

Basta ameaçar “desfecho grave” para ficar impune.

O que esta “justiça” está fazendo é encurralar todos os produtores, deixando a eles uma única alternativa para manter seu direito, a luta armada.

Sem contar com as leis, com os títulos de terra, que um juiz tornou inválido com esta decisão. Sem contar com a PM ou PF, restam as armas.

A justiça caolha, a Funai e o governo esquerdóide Dilma vão transformar o Brasil no verdadeiro faroeste caboclo.

Projeto de poder

O grupo de sindicatos pelegos, ligados à ala nociva do PT (do chefe de quadrilha transitado em julgado José Dirceu) quer aprovar uma “regulação da mídia” alegando que não é censura. Sei…

Dizem que é preciso impedir o monopólio da mídia, mas não sabem o que a palavra significa, pois não estudaram. Monopólio é quando apenas uma pessoa é dona de todos os jornais, tevês e rádios do país. Nem oligopólio existe, porque há milhares de donos de veículos de comunicação.

Na verdade eles são contra grupos que se tornaram grandes por competência.

Odeiam isso, porque sua marca é a incompetência. Basta ver a pífia audiência de qualquer veículo ligado a sindicatos.

Ou ao governo.

A TV Brasil é um absurdo que custa caríssimo ao país, não tem nem 0,5% de audiência e só serve como cabide de emprego de companheiros. Dizem que não há “pluralidade”.

A tradução é “não há quem queira ouvir nossa babozeira a não ser que seja obrigado por lei”, como na maldita Voz do Brasil que, nem assim, é ouvida.

Querem obrigar todas as empresas de mídia a “igualdade de gêneros, sexo, religiões e etnias”. A tradução aqui é criar cotas obrigando as empresas a empregar travestis, por exemplo ou contratar pela cor da pele.

O que CTB e outros órgãos pelegos querem é uma ditadura de esquerda, que condena a competência e cria castas políticas. Tô fora.

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